domingo, setembro 03, 2006

poema de césar vallejo (trad. amálio pinheiro


Eis que hoje saúdo, ajeito a gola e vivo,
Superficial de passos insondáveis de plantas.
Tal me diplomo homem, tal melhor me despeço
E de cada hora minha viceja uma distânciA.

Quereis mais? Com prazer.
Politicamente, minha palavra
Confere cargos contra meu lábio inferior
E economicamente,
Quando dou as costas pro oriente,
Distingo em dignidade de morte minha visitas.

De ttttais qqqquais códigog regulares saúdo
Ao soldado desconhecido
Ao verso perseguido pela tinta fatal
E au sáurio que Eqüidista diariamente
Da sua vida e sua morte,
Como que não entra nessa.

O tempo tem hum medo centopéia dos relógios.

(Os leitores podem colocar o título que queiram neste poema)